Agenda 21 Ijuí - Diagnóstico do Município de Ijuí

Agenda 21 Ijuí - Diagnóstico do Município de Ijuí

Diagnóstico do Município de Ijuí PDF Imprimir E-mail

A partir do lançamento oficial da Agenda 21 municipal e após um conjunto de atividades, estabeleceu-se um diagnóstico preliminar dos conflitos socioambientais de Ijuí.


Os problemas socioambientais vividos em Ijuí e região não são diferentes daqueles percebidos ao nível estadual, nacional e mundial, pois são resultados do comportamento das pessoas na sua relação com a natureza.


O enfrentamento das questões sociais e ambientais, apesar das especificidades, passa pelo questionamento global do sistema econômico em que vivemos. Atualmente a sociedade moderna promove um acentuado desenvolvimento científico e ao mesmo tempo consolida tecnologização da vida e economização da natureza. 


Entendendo esses termos de forma simples, vivemos uma época em que ser desenvolvido é adotar as últimas descobertas do mundo cientifico e tecnológico nos mais diferentes campos da vida, consumindo o que há de mais “moderno”. Os grupos sociais e econômicos utilizam a natureza de forma privada transformando bens de uso e equilíbrio da natureza em bens de negócios e de mercado.


Essa prática está levando a humanidade a uma sensação de desespero, sobre a situação do mundo, pois a poluição, o lixo, a pobreza, a criminalidade agora parecem tão comuns e banais no dia-a-dia de cada um de nós. Os cientistas e ambientalistas, já algum tempo, avisam que este modo de vida é insustentável. Estamos esgotando recursos, poluindo as águas e degradando as terras.


Deste modo, é necessária uma inversão no modo de pensar e agir em relação à natureza e a sociedade. Buscando alicerçar as ações numa prática ecologicamente correta, socialmente justa, economicamente viável e eticamente sustentável. O grande desafio é superar momentos em que as crises se manifestam, e propor que se pense nas futuras gerações, redefinindo comportamentos e responsabilidades socioambientais.


Em 2008 foram realizadas oito reuniões nas quais foram debatidos os seguintes temas: Resíduos Sólidos; Resíduos Tóxicos e Tecnológicos; Mata Ciliar, Arborização Urbana e Áreas de Proteção Permanente.


Nessa primeira etapa foi iniciada a construção do diagnóstico participativo feito nas reuniões, oficinas e por meio eletrônico. Esse primeiro levantamento apontou como prioridades os seguintes problemas socioambientais: água, mata ciliar, resíduos sólidos, educação ambiental e urbanização, os quais serão utilizados na elaboração do Plano Local de Desenvolvimento Sustentável.

 

 
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